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  • sexta, 22 março 2019 21:44

    Coreia do Sul - Coreia do Norte

    "Prime Minister Lee Nak-yon said Wednesday inter-Korean economic cooperation should be pursued in a way that does not hamper international sanctions."

     

      

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  • sexta, 22 março 2019 21:44

    Tailândia

    "The army lodged a complaint against the US-based administrator of the CSI LA Facebook page on Wednesday over the release of a document in which army personnel were asked to provide support to the Palang Pracharath Party for this Sunday's election campaign."

     

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  • quinta, 14 março 2019 16:15

    Instituto do Oriente distinguido em listagem da Universidade da Pensilvânia

     

     

    O 2018 Global Go to Think Tank Index Report, relatório da autoria de James G. McGann, publicado em 2019 pela Universidade da Pensilvânia, classificou em 20.º lugar o Instituto do Oriente de entre os 30 melhores centros de estudos regionais do mundo associados a universidades.

    Poderá consultar a listagem aqui.

     

    Ranking

     

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  • A Xangai de O Lótus Azul | Shanghai in Hergé’s The Blue Lotus

     

    Cláudia N. M. Q. Ribeiro

    Doutorada em História e Filosofia das Ciências pela Faculdade de Ciências de Lisboa. Mestranda em Estudos Asiáticos na Universidade Católica de Lisboa. Autora do livro “No Dorso Do Dragão” e tradutora do livro “Dao De Jing”. Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.">Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

     

    Resumo:

    O Lótus Azul é a obra de Hergé onde as dimensões históricas, políticas e etnográficas de um país foram mais bem transmitidas. Desde há mais de oitenta anos tem sido a porta de entrada de milhares de crianças (e adultos) para o conhecimento da China e da sua civilização, despertando-lhes amiúde um interesse perene. Nesse sentido, pretendo aqui averiguar a veracidade do retrato de Xangai que Hergé nos oferece. Começo pelos acontecimentos que estiveram na base da elaboração do álbum, nomeadamente a amizade entre Hergé e Tchang Tchong-jen. De seguida, convocando estudos relacionados com a Xangai dos anos trinta, tento apurar o grau de realismo com que a cidade é apresentada, mapeando tanto as suas características urbanas como o contexto socio-político da época. Por fim, analiso o modo – que nada tem de inocente – como Hergé representa os vários grupos étnicos que então habitavam Xangai.

    Palavras-chave:Xangai, Tintim, anos 1930, China

    Abstract:

    The Blue Lotus is Hergé’s work where the historical, political and ethnographic dimensions of a country are better represented. For more than eighty years now, it has been the gateway to the knowledge of China and its civilization for thousands of children (and adults), often arousing in them a perennial interest. Therefore, I intend to ascertain here the truth of Shanghai’s portrait by Hergé. I begin with the background story of the album’s elaboration, namely the friendship between Hergé and Tchang Tchong-jen. Then, summoning studies about Shanghai in the thirties, I try to evaluate the degree of realism in the presentation of the city, mapping both its urban features and the socio-political context of the time. Finally, I analyse the way – which has nothing innocent about it – Hergé presents the various ethnic groups that inhabited Shanghai.

    Keywords: Shanghai, Tintin, the thirties, China

     

     

  • Entre ideogramas, cerejeiras e silêncios: Diálogo com produções artísticas e literárias orientais |Between ideograms, cherries and silences: Dialogue with artistic and oriental literary production

     

    Angela Guida

    Doutora em Poética, Pós-doutora em Estudos Literários. Docente do Programa de Pós-Graduação (mestrado e doutorado) em Estudos de Linguagens e Educação Matemática da UFMS. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Brasil. Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

     

     

    Resumo:

    Pretendo, com este artigo, produzir uma reflexão acerca de alguns elementos culturais que constituem uma das culturas mais antigas, tradicionais e simbólicas do mundo oriental: a chamada cultura japonesa. Pretendo demonstrar que estes elementos são constituintes dessa cultura, e não estereótipos dela, como a grande narrativa do discurso hegemônico deixa entrever. Para que eu possa alcançar meu propósito, procurei dialogar com diferentes manifestações artísticas e culturais que passam pela dança, teatro, literatura e cinema. Acredito que essas manifestações artísticas e culturais têm grande importância para dar ao mundo ocidental uma ideia de como é o Japão, um país de cultura tão encantadora e enigmática ao mesmo tempo, para além dos estereótipos. Quando se fala no Japão, os ideogramas, seu singular sistema de escrita vêm à mente, igualmente vêm as cerejeiras em flor e o silêncio, ligado à serenidade e contemplação na forma de lidar com questões cotidianas. Apesar de realmente serem elementos que realmente constituem a cultura nipônica, o Japão não é só ideogramas, cerejeiras e silêncios contemplativos, conforme tentarei demonstrar neste artigo ao convocar obras de literatura e cinema que, mesmo trazendo esses elementos, fogem à perversidade da colonização ocidental, que diminui conhecimento e cultura produzidos fora de seu eixo. Desse modo, desejo discutir que seduzir a imaginação não deve ser confundido com a ideia de reforçar estereótipos e visões distorcidas sobre culturas orientais, sejam elas japonesas ou não.

                                                                                                                                                          

    Palavras-chave: Cultura japonesa, arte, tradição, diálogo.

     

     

     

    Abstract:

    I intend to reflect on some cultural elements that constitute one of the oldest, traditional and symbolic cultures of the Eastern world: Japanese culture. I intend to demonstrate that these elements are constituents of this culture, not stereotypes of it, as the great narrative of the hegemonic discourse allows us to see. So that I can achieve my purpose, I have tried to dialogue with different artistic and cultural manifestations that go through dance, theater, literature and cinema. I believe that these artistic and cultural manifestations are of great importance to give the Western world an idea of ​​what Japan is like, a country of culture so enchanting and enigmatic at the same time, beyond stereotypes. When one speaks of Japan, ideograms, their singular writing system come to mind, so do cherry blossoms and silence, linked to serenity and contemplation in dealing with everyday issues. Although they really constitute the Japanese culture, Japan is not only cherry ideograms and contemplative silences, as I will try to demonstrate in this article by calling together works of literature and cinema that, even when bringing these elements, escape the perversity of Western colonization, which diminishes knowledge and culture produced outside its center. In this way, I want to discuss that seducing the imagination shouldn’t be confused with the idea of ​​reinforcing stereotypes and distorted visions of Eastern cultures, whether Japanese or not.

     

    Key words: Japanese culture, art, tradition, dialogue.

     

  • Aula Aberta: Brave New World: Debt, Industrialization and Security in China-Africa Relations

    No dia 15 de Março de 2019, terá lugar no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, no Auditório do Piso 1, pelas 15 horas, uma aula aberta intitulada “Brave New World: Debt, Industrialization and Security in China-Africa Relations” lecionada pelo Professor Christopher Alden, do departamento de Relações Internacionais da London School of Economics.

    O Professor Chris Alden é especialista em Análise de Política Externa e investigador da South African Institute of International Affairs (SAIIA). É co-diretor do Africa International Affairs Program, no Think Tank LSE Ideas e é fundador do East Asia Project, na Universidade de Witwatersrand, onde lecionou entre 1990 e 2000. Tem inúmeras obras publicadas sobre o tema das relações Sul-Sul, com especial foco nas relações China-África.

     

     

     aula Aberta Chris Alden2

    Informação Adicional

    • Data-início 15 março 2019
    • horas-início 15:00
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Daxiyangguo - Revista Portuguesa de Estudos Asiáticos

Revista de Imprensa Asiática Principais Notícias

  • sexta, 22 março 2019 Coreia do Sul - Coreia do Norte

    "Prime Minister Lee Nak-yon said Wednesday inter-Korean economic cooperation should be pursued in a way that does not hamper international sanctions."

     

      

  • sexta, 22 março 2019 Tailândia

    "The army lodged a complaint against the US-based administrator of the CSI LA Facebook page on Wednesday over the release of a document in which army personnel were asked to provide support to the Palang Pracharath Party for this Sunday's election campaign."

     

  • sexta, 22 março 2019 Síria - EUA

    "US-backed Syrian forces said they were close to capturing Daesh’s last territorial possession in eastern Syria yesterday after seizing the militants’ camp at Baghouz, though clashes continued with some remaining militants."

     

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