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  • quinta, 04 julho 2013 15:42

    Médio Oriente e Ásia Central

    Dividido em três grandes linhas – As Relações Geopolíticas e Geoestratégicas no Médio Oriente; A Turquia e o Mundo Turcófono, e o Espaço Pós-Soviético – o grupo de investigação Médio Oriente e Ásia Central procura analisar as dinâmicas regionais que se estabelecem nesta área geográfica. Através de uma pesquisa multidisciplinar, procura-se fazer uma análise à conjuntura regional, esboçando cenários prospectivos enquadrados pela  própria evolução das relações internacionais.

     

    Projetos em curso:

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  • China in the New World Order: the Changing Nature of Nature of Chinese Foreign Policy

    Paulo Duarte

     

    This article is based on an assumption: the China of today has a new foreign policy based on five main features: the search for a full partnership with the United States through a new bilateral relationship; the commitment to a strategy of economic security; a proactive approach in defining the regional order; a growing trend towards soft balancing in the relationship with the major powers (which is related to a deeper strategic partnership with Russia); and, finally, the use of soft power as a means of promoting Chinese interests regionally and globally. We intend to demonstrate that the abovementioned foreign policy trends explain the rapid increase of Chinese participation in international affairs, contributing to a rapid rise of China as a world power. This is, the main conclusion of the present article.

  • China and Russia’s New Technocracy

     

    Heitor Romana

    A new ideological and geopolitical reality at dawn of 21st century has brought a huge challenge to the Chinese and Russian societies and their political elites. China and Russia have created new socio-political and economic systems which combine in the case of China, confucionism, neo-leninism (the basis for the State capitalism) and a developing monism, and in the case of Russia, the Weber’s neo-patrimonialism and political paternalism, supported by an Adam Smith’s «invisible hands» and by a «managed democracy» - expression designed by Kremlin spin doctors. In both cases we watch the emergence of nationalism as an ideological manifestation of a «statism» model. But while in China it helps keep the perty-State model, in Russia it serves mainly to mobilize support to external projection. 

  • O «Novo» Mundo Árabe: Ruptura ou Continuidade?

     

     

    Teresa de Almeida e Silva

    O mundo árabe está em mudança. O rastilho da Revolução Jasmim, que começou na Tunísia, em Dezembro de 2010, parece ter-se rapidamente alastrado a outros países. Quatro regimes caíram. Quem será o próximo?

    Perante os eventos que têm ocorrido, talvez possamos traçar três cenários possíveis para o processo em curso: no seguimento dos regimes derrubados, serão instaurados regimes democráticos. Mas os valores democráticos dos novos regimes não poderão ser impostos (de forma diferente) pelo Ocidente. O Ocidente não pode impor a «sua democracia» a estes países; pode, antes, convencê-los a «usá-la», cada um à sua maneira. Outra possibilidade será os actuais regimes serem substituídos por novas ditaduras mascaradas de democracias. Por fim, os países poderão assistir à ascensão ao poder de movimentos radicais conotados com o fundamentalismo islâmico.

    Neste artigo, faremos uma análise dos países que viveram (ou estão a viver) o processo revolucionário, revelando as causas e as consequências deste processo para cada um deles.

    De facto, o mundo árabe está em mudança. E essa mudança pode ter consequências importantes para a comunidade internacional, uma vez que a maior parte do petróleo que alimenta o comércio mundial vem do Oriente Médio e a instabilidade da área terá como consequência imediata o aumento do preço do petróleo, o que leva a um aumento dos preços dos alimentos, dos combustíveis e subsequentes dificuldades económicas. Por outro lado, a instabilidade do Médio Oriente e do Norte da África tem implicações para a estabilidade e segurança europeias dada a proximidade geográfica ao Velho Continente. 

  • The Mosque of Ayodya: Metonymy of Communalism in India

     

    Pedro Matias Santos

     

    In 1528 a mosque was built on the ruins of a hindu temple. Babri Masjid was built in Faizabad district of Uttar Pradesh in the city of Ayodhiya by Mir Baqi, commander of the first Mughul Emperor Babar, after demolishing the Hindu temple dedicated to Rama. The mosque was named «Babri Masjid» after the Emperor Babar. The thing is that the site of the demolished Hindu temple is considered to be the birthplace of Hindu god Rama and therefore called Shri Ramjanmabhoomi. In so being the site is claimed by both Hindus and Muslims. So Ayodhiya is par excellence the metonymy of communalism, i.e., conflict between religious groups in the Republic of India, in this case between Hindus and Muslims. Being Ayodhya one of seven most holy places in India for Hindus.

Daxiyangguo - Revista Portuguesa de Estudos Asiáticos

Revista de Imprensa Asiática Principais Notícias

  • sexta, 22 setembro 2017 Japão - Filipinas

    The Duterte administration’s economic managers and the Japanese government next week will firm up financing commitments for P315.4 billion in big-ticket infrastructure projects, the Department of Finance said Friday.

     

  • sexta, 22 setembro 2017 Japão

    The Japan Coast Guard will strengthen its training system for JCG officers stationed on Miyakojima island in Okinawa Prefecture, a base for the defence of waters around the Senkaku Islands, known in Taiwan as the Diaoyutai Islands, according to sources.

     

  • sexta, 22 setembro 2017 Coreia do Sul

    According to a survey conducted last month by professor Lim Dong-kyun from University of Seoul, 89.5 percent of some 1,202 respondents said that the new law was effective. Some 45.6 percent said the impact was little, while 5.6 percent said the changes were huge.

     

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