Nº 17

Nº 17

2012

 

Índice

 

Pedro Matias Santos

The Mosque of Ayodya: Metonymy of Communalism in India

 

Paulo Duarte

China in the New World Order: the Changing Nature of Nature of Chinese Foreign Policy

 

Tiago Ferreira Lopes

Da Criação do Espaço Eurasiático ao novo Eurasianismo: Reflexão sobre a Identidade Geopolítica e Geoestratégica da Federação da Rússia: o caso específico do Cáucaso Norte

 

Heitor Barras Romana

China and Russia's New Technocracy

 

Teresa Almeida e Silva

O «Novo» Mundo Árabe: Ruptura ou Continuidade?

  • China and Russia’s New Technocracy

     

    Heitor Romana

    A new ideological and geopolitical reality at dawn of 21st century has brought a huge challenge to the Chinese and Russian societies and their political elites. China and Russia have created new socio-political and economic systems which combine in the case of China, confucionism, neo-leninism (the basis for the State capitalism) and a developing monism, and in the case of Russia, the Weber’s neo-patrimonialism and political paternalism, supported by an Adam Smith’s «invisible hands» and by a «managed democracy» - expression designed by Kremlin spin doctors. In both cases we watch the emergence of nationalism as an ideological manifestation of a «statism» model. But while in China it helps keep the perty-State model, in Russia it serves mainly to mobilize support to external projection. 

  • O «Novo» Mundo Árabe: Ruptura ou Continuidade?

     

     

    Teresa de Almeida e Silva

    O mundo árabe está em mudança. O rastilho da Revolução Jasmim, que começou na Tunísia, em Dezembro de 2010, parece ter-se rapidamente alastrado a outros países. Quatro regimes caíram. Quem será o próximo?

    Perante os eventos que têm ocorrido, talvez possamos traçar três cenários possíveis para o processo em curso: no seguimento dos regimes derrubados, serão instaurados regimes democráticos. Mas os valores democráticos dos novos regimes não poderão ser impostos (de forma diferente) pelo Ocidente. O Ocidente não pode impor a «sua democracia» a estes países; pode, antes, convencê-los a «usá-la», cada um à sua maneira. Outra possibilidade será os actuais regimes serem substituídos por novas ditaduras mascaradas de democracias. Por fim, os países poderão assistir à ascensão ao poder de movimentos radicais conotados com o fundamentalismo islâmico.

    Neste artigo, faremos uma análise dos países que viveram (ou estão a viver) o processo revolucionário, revelando as causas e as consequências deste processo para cada um deles.

    De facto, o mundo árabe está em mudança. E essa mudança pode ter consequências importantes para a comunidade internacional, uma vez que a maior parte do petróleo que alimenta o comércio mundial vem do Oriente Médio e a instabilidade da área terá como consequência imediata o aumento do preço do petróleo, o que leva a um aumento dos preços dos alimentos, dos combustíveis e subsequentes dificuldades económicas. Por outro lado, a instabilidade do Médio Oriente e do Norte da África tem implicações para a estabilidade e segurança europeias dada a proximidade geográfica ao Velho Continente. 

Daxiyangguo – Portuguese Journal of Asian Studies

Asian Press Review Headlines

  • Friday, 31 May 2019 Índia

     

     

     

     

    "The BJP is buoyant in the state and it has every reason to be. The party has, for the first time, secured lead in 29 of the 87 Assembly segments covering the six Lok Sabha seats in Jammu and Kashmir. Not just that, it is optimistic about further improving its tally in the Assembly elections, and form the government in the state."

     

     

     

     

     

     

     

     

     


     

     

     


     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Friday, 31 May 2019 Iraque

     

     

     

    "Iraqi Prime Minister Adel Abdul Mahdi has ordered the heavily fortified Green Zone in central Baghdad to be open during Eid al-Fitr, his media office said."

     

     

     

     

     

     

     

     


     

     

     


     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Friday, 31 May 2019 Israel

     

     

     

    "Exactly one month after the 21st Knesset were sworn in, a majority of the Knesset voted late Wednesday to disperse themselves and initiate an unprecedented repeat election on September 17."

     

     

     

     

     

     

     

     


     

     

     


     

     

     

     

     

     

     

     

     

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