Mensagem do Presidente

NCM Foto IO UpdateHá uma relação fundacional do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) com o interesse pelo Oriente. Chamemos-lhe Oriente, para simplificar, o que em 1906 e até à viragem do século XX eram os territórios sob soberania portuguesa no continente asiático. Em certa medida, este nexo não se perdeu com o encerramento do ciclo do império português e não deixou de ser incorporado nos novos rumos que o ISCSP tomou depois da sua reabertura no início dos anos 80.

Nesta tendência delineada no novo ISCSP, inseriu-se a criação do Instituto do Oriente (IO), que tendo visto a luz do dia em 1989, viria, pela mão do Prof. Narana Coissoró, a desempenhar importante papel na tímida área dos Estudos Asiáticos, beneficiando do apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) para o desenvolvimento de projetos de investigação ligados à questão de Macau e à China e posteriormente a Timor, no momento em que os estatutos jurídico e político daqueles territórios estavam em mudança e fazia sentido perspetivá-los, envolvendo atores e instituições locais, bem como vários especialistas investigadores dos temas. A par destes projetos, o IO organizou várias conferências internacionais de grande nível, convidando os mais prestigiados nomes, nacionais e internacionais, dos Estudos Asiáticos. O IO marcou igualmente o panorama editorial português da área com a publicação regular da Daxiyangguo, Revista Portuguesa de Estudos Asiáticos e desbravou áreas inéditas, como a construção de Estados. Com efeito, em Portugal são escassas as entidades cultoras dos Estudos Asiáticos, e tal lacuna tem sido preenchida pelo IO que, apesar de ter enfrentado conjunturas menos favoráveis, tem assegurado uma continuidade dos Estudos Asiáticos em Portugal, onde a discrição e a inexistência quase se confundem. A um cunho excessivamente historicista nos estudos sobre o Oriente longínquo (do Japão à Insulíndia, sem esquecer a China e a Índia), o IO contrapôs uma multidisciplinaridade que acolheu a vocação do ISCSP, casando a Ciência Política com as Relações Internacionais ou a Geopolítica, a Antropologia com a Economia.

Não obstante os padrões de continuidade, evidentes na ligação mantida aos espaços lusófonos, o IO abriu bastante o seu espectro, também geográfico, mas demonstrou sempre a necessária flexibilidade para se adaptar às novas necessidades e à abertura a recentragens que consubstanciem novos rumos e prioridades. Com esta natureza se espera que continue no futuro, num compromisso entre a tradição e as exigências do presente, recolhendo a sensibilidade dos seus dirigentes e investigadores para fixar velhas e novas agendas.

O Instituto do Oriente está atento às tendências e às dinâmicas dos Estudos Asiáticos e adota novas perspetivas sobre novos e velhos problemas de investigação. Qualidade e focagem da investigação, participação mais intensa em redes, projetos e conferências internacionais, uma atividade editorial mais intensa e indexação mais ampla da Daxiyangguo, captação de financiamentos alternativos aos canais tradicionais,  que garantam e diversifiquem a sua acção, prestação de serviços à sociedade e realização regular de eventos, são alguns dos rumos a seguir para assegurar que o IO cresça e continue a afirmar-se como instituição de referência nos planos nacional e internacional.

Nuno Canas Mendes

Presidente 

 

Mensagem do Presidente Honorário

 

NFS Coissoro 20120223 007

Hoje, a Academia, a Investigação e a Sociedade encontram-se estreitamente interligadas. Assim, as Unidades de I&D assumem uma importância insubstituível para conciliar as necessidades próprias da Academia com as da Sociedade Civil, nas suas diversas áreas.

Neste sentido, o Instituto do Oriente (IO) tem como objetivo principal estudar a História contemporânea da Ásia e as perspetivas do futuro, principalmente nos seus principais países, nomeadamente China, Índia, Indonésia, Coreia do Sul e Japão, enfatizando o relacionamento bilateral com Portugal e com a União Europeia. Desta forma, procura contribuir para a produção de conhecimento científico e de conhecimento empírico, fundamental para os diversos atores da sociedade civil com interesse em promover as suas atividades de colaboração e cooperação com os seus congéneres no Oriente.

Como Presidente Honorário do Instituto do Oriente, aproveito a oportunidade para saudar e agradecer a todos aqueles que visitam o nosso sítio eletrónico, esperando que os conteúdos disponíveis possam ser um bom ponto de partida para os projetos que venham desenvolvendo, tanto a nível pessoal como a nível profissional.

Narana Coissoró

Presidente Honorário

MENSAGEM DO PRESIDENTE

 

Há uma relação fundacional do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) com o interesse pelo Oriente. Chamemos-lhe Oriente, para simplificar, o que em 1906 e até à viragem do século XX eram os territórios sob soberania portuguesa no continente asiático. Em certa medida, este nexo não se perdeu com o encerramento do ciclo do império português e não deixou de ser incorporado nos novos rumos que o ISCSP tomou depois da sua reabertura no início dos anos 80.

Nesta tendência delineada no novo ISCSP, inseriu-se a criação do Instituto do Oriente (IO), que tendo visto a luz do dia em 1989, viria, pela mão do Prof. Narana Coissoró, a desempenhar importante papel na tímida área dos Estudos Asiáticos, beneficiando do apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) para o desenvolvimento de projetos de investigação ligados à questão de Macau e à China e posteriormente a Timor, no momento em que os estatutos jurídico e político daqueles territórios estavam em mudança e fazia sentido perspetivá-los, envolvendo atores e instituições locais, bem como vários especialistas investigadores dos temas. A par destes projetos, o IO organizou várias conferências internacionais de grande nível, convidando os mais prestigiados nomes, nacionais e internacionais, dos Estudos Asiáticos. O IO marcou igualmente o panorama editorial português da área com a publicação regular da Daxiyangguo, Revista Portuguesa de Estudos Asiáticos e desbravou áreas inéditas, como a construção de Estados. Com efeito, em Portugal são escassas as entidades cultoras dos Estudos Asiáticos, e tal lacuna tem sido preenchida pelo IO que, apesar de ter enfrentado conjunturas menos favoráveis, tem assegurado uma continuidade dos Estudos Asiáticos em Portugal, onde a discrição e a inexistência quase se confundem. A um cunho excessivamente historicista nos estudos sobre o Oriente longínquo (do Japão à Insulíndia, sem esquecer a China e a Índia), o IO contrapôs uma multidisciplinaridade que acolheu a vocação do ISCSP, casando a Ciência Política com as Relações Internacionais ou a Geopolítica, a Antropologia com a Economia.

Não obstante os padrões de continuidade, evidentes na ligação mantida aos espaços lusófonos, o IO abriu bastante o seu espectro, também geográfico, mas demonstrou sempre a necessária flexibilidade para se adaptar às novas necessidades e à abertura a recentragens que consubstanciem novos rumos e prioridades. Com esta natureza se espera que continue no futuro, num compromisso entre a tradição e as exigências do presente, recolhendo a sensibilidade dos seus dirigentes e investigadores para fixar velhas e novas agendas.

O Instituto do Oriente está atento às tendências e às dinâmicas dos Estudos Asiáticos e adota novas perspetivas sobre novos e velhos problemas de investigação. Qualidade e focagem da investigação, participação mais intensa em redes, projetos e conferências internacionais, uma atividade editorial mais intensa e indexação mais ampla da Daxiyangguo, captação de financiamentos alternativos aos canais tradicionais,  que garantam e diversifiquem a sua acção, prestação de serviços à sociedade e realização regular de eventos, são alguns dos rumos a seguir para assegurar que o IO cresça e continue a afirmar-se como instituição de referência nos planos nacional e internacional.

 

Nuno Canas Mendes

Com os melhores cumprimentos

 

Nuno Canas Mendes

Prof. Associado

Presidente do Instituto do Oriente

 

Gab. 54/Piso 1/Telefone: (+351) 21 361 94 30

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  • sexta, 31 maio 2019 Índia

     

     

     

     

    "The BJP is buoyant in the state and it has every reason to be. The party has, for the first time, secured lead in 29 of the 87 Assembly segments covering the six Lok Sabha seats in Jammu and Kashmir. Not just that, it is optimistic about further improving its tally in the Assembly elections, and form the government in the state."

     

     

     

     

     

     

     

     

     


     

     

     


     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • sexta, 31 maio 2019 Iraque

     

     

     

    "Iraqi Prime Minister Adel Abdul Mahdi has ordered the heavily fortified Green Zone in central Baghdad to be open during Eid al-Fitr, his media office said."

     

     

     

     

     

     

     

     


     

     

     


     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • sexta, 31 maio 2019 Israel

     

     

     

    "Exactly one month after the 21st Knesset were sworn in, a majority of the Knesset voted late Wednesday to disperse themselves and initiate an unprecedented repeat election on September 17."

     

     

     

     

     

     

     

     


     

     

     


     

     

     

     

     

     

     

     

     

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