
O investigador integrado Nuno Canas Mendes será o coordenador do painel da língua portuguesa na próxima conferência "Timor-Leste: o local, regional e global", a decorrer em Dili, de 9 a 10 de Julho de 2015, organizada pela Timor Leste Studies Association (TLSA).
O Call for Papers está aberto até 27 de Março.
Para mais informações: http://www.tlstudies.org/ConferencePor2015.html
No passado dia 16 de fevereiro, a novo livro de investigador Luís Cunha, intitulado "China na Grande Guerra - À Conquista da Nova Identidade Internacional", foi motivo para um artigo no jornal Diário de Notícias (artigo para consulta em anexo). Já no passado dia 29 de Janeiro o investigador foi entrevistado pelo jornal Hoje Macau revelando que "a China iria transformar-se num mero joguete de nipónicos, caso aceitasse as suas regras".
A entrevista completa está acessível em http://hojemacau.com.mo/?p=81736.
O investigador lançou também no início do ano um novo capítulo "China's Techno-Nationalism in the Global Era" na publicação internacional "Asian Business and Management Practices: Trends and Global Considerations", disponível em http://www.igi-global.com/chapter/chinas-techno-nationalism-in-the-global-era/116578


O estado actual da comunidade macaense foi o tema da entrevista ao investigador Carlos Piteira por Leonor Sá Machado do jornal Hoje Macau, no passado dia 26 de Janeiro. Abaixo um pequeno excerto da entrevista:
O ano de 2014 ficou marcado como o ano de celebração dos 15 anos da RAEM. Fazendo uma retrospectiva, como vê e caracteriza o estado actual da comunidade macaense no território?
De uma forma simplificada direi que ao longo destes últimos 15 anos do período pós-transição, a singularidade de Macau enquanto espaço da RAEM (Macau/China) saiu reforçada no que toca à sua afirmação identitária, por sua vez, já no que se refere à identidade do grupo de macaenses, provavelmente terá sido mitigada em termos da sua especificidade, o que não quer dizer que a comunidade esteja enfraquecida. Perderam-se apenas algumas referências que lhes dava mais notoriedade como grupo étnico, nomeadamente o facto de ser o grupo híbrido interlocutor entre uma administração portuguesa e o poder chinês sempre presente no território.
Há quem diga que a comunidade macaense nunca será uma parte significativamente sonante em Macau. Concorda com esta ideia?
Pelo menos a realidade não tem sido essa. O segmento da chamada “elite” macaense continua a ter um papel preponderante na sociedade civil, assim como na própria estrutura da governação directa e indirecta. A questão poder-se-á colocar na fase pós geracional. A ver vamos.
A entrevista completa está acessível em http://hojemacau.com.mo/?p=81562
O Investigador do IO, Carlos Piteira, estreou na passada segunda-feira, dia 26 de maio, uma crónica de opinião no jornal macaense Ponto Final.